Ser tão, ser muitos.

Sentir.

Ousar a prepotência de fazer o outro sentir a mesma travessia, às vezes ignorando por demais as correntezas dos rios, a aridez dos diversos sertões.

 Perceber que o caminho está na sola dos próprios pés.

 É de cada um.

 Deliciar com a lenta, tão dolorosa transmutação.

Ouvir os sussuros do palhaço colorido e dormir em paz, numa paz que transcorre por todos as trilhas mal sentidas, todos os amores mal amados, todas as feridas ainda abertas dorindo.

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