A beleza de certas coisas
08 nov 2010 Deixe um comentário
Quando ela passa eu fico um tanto sem graça, olho a toa pro céu, piso a toa no chão. Minha mente vagueia por estados em que a mente dela não estará decerto. Eu aqui, pensando nela, em lhe consumir inteira, em me dar por inteiro…
Costurando as horas com retalhos vãos.
Volto pro meu canto, meu amor vadio se iludiu de novo. Se eu chorar outra vez, não conte a ninguém diga que foi só um erro, que me apaixonei, mas está tudo bem.

